Onde eu moro o sol nasce preguiçoso
Vai chamar o canarinho pra cantar lá na janela
Lenha faz fumaça acorda a chaminé
Avisa que tá pronto o bule de café
Ô, Ô, Ô. Eita vida boa. Cheiro de mato, cafuné
Onde eu moro toda casa vive aberta pra quem quiser entrar
Nem carece campainha
Fogão preteja o fundo da panela
Esquenta o feijão misturado na farinha
Ô, Ô, Ô. Eita vida boa. Prato de barro, água da bica
Onde eu moro a tristeza dói no peito
quando o som do violeiro sai da boca da viola
Saudade feito chuva passageira
Bate no meu coração quando a sanfona chora
Ô, Ô, Ô. Eita vida boa. Mão na enxada, pé na roça
Onde eu moro a noite traz a lua cheia
Que clareia todo chão. Não tem coisa mais bonita
Olhando o céu de tudo eu esqueço
No balanço desta rede o presente que eu mereço
Ô, Ô, Ô. Eita vida boa. Depois do beijo devagar eu adormeço

Compor e cantar: um projeto de vida. Tudo o que a melodia e a palavra dizem da minha alma. Canto pra você!
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